Bem vindos ao presente. Do tão esperado dia 11.11.11. Para tal só vos peço duas ou três coisas neste dia: que mantenham o espirito aberto; que não neguem à partida nem uma, nem duas, nem três ciências que desconhecem; que nunca digam nunca, mas sobretudo que nunca pronunciem a infame frase “isto nunca me vai acontecer a mim”.
Factos:
1)Estamos numa nova era. Numa recessão terrível, amigos homens e mulheres. (Gosto de falar como o Rodrigo Romo, o tal que hoje anuncia Et’s, chuva de Amor – Ámen para ele! E mais umas quantas coisas que, aqui entre nós têm ar de ser sopimpas).
2)Ora, hoje, não vou falar de pilim, mas de pilinhas.
Mais precisamente da tremenda, terrível e temível recessão das pilinhas (como lhe chamo) que anda por aí a fazer estragos entre a geração dos 20 e muitos aos 50 , numa versão optimista. Ora isto, leva-nos, ladies, ao célebre ditado popular “ a necessidade aguça o engenho” ou como dizem os nossos fellows in arms "Desperate times call for desperate measures”, conhecida pela situação mais engenhosa a meu ver de todos os tempos: a bissexualidade, que, agora não é apenas o “ It” da saison, mas é above all “O” modo de sobrevivência para todas as mulheres.
Pessoalmente, a bissexualidade faz-me sempre lembrar o anúncio do Corneto: “ um corneto p’ra ti, outro Corneto p’ra mim e outro p’ra quem o apanhar”. E a quem toca mais este bailinho? A nós, miúdas, raparigas, mulheres, mulheres feitas.
Porque- e agora shhhhhh, não contem a ninguém- há falta de homens. Podia dizer de jeito. Mas, já não é bem isso. Entre os gays, os que ainda estão no armário, os que têm ex-mulheres loucas, os que têm 50A e querem uma mãe, os têm 40 e queriam ter 20, os doidos que andam no engate no facebook com perfis falsos, não sobra… nada? De jeito, ah pois sim, claro.
E é por isso, que nós, por uma questão de sobrevivência - tal como os mineiros chilenos que já se estavam a preparar para fazer contas à vida de quem ia ser o primeiro a fazer de” prime rib”-à falta de homem, fomo-nos literalmente habituando, nestes tempos de crise, duros como um raio a viver com o que temos: umas com as outras e com as pilinhas decentes que vão aparecendo de vez em quando.
E é por isso que actrizes como a “ fierce” Anna Paquin ( True Blood) contou ao futuro marido, Stephen Moyer que era bi e o rapaz( bem vivido de uns 40 anos, achava ele…) disse em choque “'I've never been in a relationship before in which, literally within the first three days, all the cards were laid out...”. 
A mesma ficou conhecida com as suas frases de coming out como - “ I’m bisexual… So What?”.** O mesmo para a belíssima Evan Rachel Wood (ex namorada de Marily Manson e também do elenco de True Blood) que soltou esta bomba “- 'I'm up for anything. Meet a nice guy, meet a nice girl,' na Esquire o ano passado, entre outras.*
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Eu? Eu cá acho, que, como em tudo na vida devemos ser criativos e é nos tempos de crise que surgem as maiores oportunidades. E é por isso que devemos ter olho aberto e espirito ainda mais aberto.
Porque, como um dia alguém que eu admiro tanto lá no firmamento cantou, nos dias de hoje….. “ Anything goes”.
*http://www.esquire.com/women/women-we-love/evan-rachel-wood-tattoos-0511#img
(entrevista na íntrega.)
**http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-1285357/Im-bisexual--True-Blood-star-Anna-Paquin-wonders-fuss-surprise-revelation.html Anna Paquin
**http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-2041793/Bisexual-star-Anna-Paquin-husband-Stephen-Moyer-honour-LGBT-students-LA.html Anna Paquin
Sempre Vossa,
AAnes
Ana Anes
Cronista do Portal amulher.com
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Blog pessoal http://aminhavida-melhorqueumfilme.blogspot.com/




